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Prefeitura de BH estuda multar cidadãos que participarem ou incentivarem aglomerações

Por Redação, 30/03/2020 às 17:47
atualizado em: 30/03/2020 às 17:55

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Foto: Léo Rodrigues/Agência Brasil
Léo Rodrigues/Agência Brasil

A procuradoria jurídica da Prefeitura de Belo Horizonte estuda mecanismos legais para impor punições a quem participar ou incentivar aglomerações na capital mineira.

O decreto da prefeitura, que suspende o funcionamento de comércios e pontos que gerem aglomerações, prevê multa de R$ 5.600, mas apenas aos comerciantes titulares dos alvarás. Agora, a prefeitura estuda multas aos cidadãos comuns, que incentivem ou participarem de manifestações.

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Nos bastidores, o prefeito Alexandre Kalil (PSD) tem demonstrado forte descontentamento com atos realizados por grupos que defendem o retorno à normalidade das atividades no comércio, na indústria e nas escolas, com isolamento apenas de idosos e quem tenha algum tipo de doença crônica.

O próprio prefeito tem ficado em isolamento domiciliar. Após uma semana em casa, Kalil deixou a residência na região Centro-Sul e foi à sede da prefeitura, onde concedeu entrevista. Depois, ele voltou para casa e segue em isolamento domiciliar.

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