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Nasce o Menino Maluquinho que virou ídolo atleticano

Por Alexandre Simões, 11/08/2020 às 10:51
atualizado em: 11/08/2020 às 18:05

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Foto: Bruno Cantini/ Atlético
Bruno Cantini/ Atlético

Em São Miguel dos Campos (AL), em 1990, nasce Luan Madson Gedeão de Paiva, o meia-atacante Luan, ídolo atleticano e que ganhou da Massa o apelido de Menino Maluquinho.

Contratado da Ponte Preta, em 2013, ele foi uma espécie de 12º jogador no time campeão da Libertadores naquela temporada. No ano seguinte, foi protagonista na conquista da Copa do Brasil, numa final inesquecível sobre o Cruzeiro.

E nesta decisão, ele abriu o caminho da vitória por 2 a 0, no jogo de ida, no Independência. Antes, tinha sido o maestro do time nos inesquecíveis 4 a 1, de virada, sobre o Flamengo, no Mineirão, que permitiu a final mineira na competição nacional.

Em 305 jogos foram 49 gols marcados, dos deles em clássicos contra o Cruzeiro. Além da Libertadores e Copa do Brasil, Luan conquistou, com a camisa alvinegra, a Recopa Sul-Americana (2014) e três edições do Campeonato Mineiro (2013, 2015 e 2017).

MAIS HISTÓRIA

NASCIMENTO: Em Maceió (AL), em 1977, nasce Carlos Adriano se Souza Vieira, o meia-atacante Adriano Gabiru, que passou pelo Cruzeiro em 2004 e 2005 e entrou para a história do clássico por um gol bem especial.

Apesar de o Mineirão ter sido inaugurado em 5 de setembro, a comemoração por seus 40 anos, em 2005, aconteceu mais de um mês depois, num clássico entre Cruzeiro e Atlético, pelo Campeonato Brasileiro.

Na data, o Governo de Minas lançou um livro que conta a história do estádio. O Atlético brigava contra o rebaixamento e ficou ainda mais próximo da Série B com a derrota de 1 a 0. O gol cruzeirense foi marcado justamente por Adriano Gabiru, que no ano seguinte entrou ainda para a história do Internacional ao fazer o gol do título mundial, sobre o Barcelona, da Espanha, no Japão.

NASCIMENTO: Em Ponte Nova (MG), em 1922, nasce Lauro Claurindo da Silva, o meia-atacante Lauro, que brilhou com a camisa do Atlético no final da década de 1940.

Além de ter sido campeão mineiro pelo clube em 1947, 1949 e 1950, e depois em 1956, na sua segunda passagem, ele integrou o time que fez a vitoriosa excursão à Europa, no final de 1950, e que voltou ao Brasil com o simbólico título de campeão do gelo.

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