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Galo: com ajuda de parceiro, clube investe R$ 80 milhões em reforços durante pandemia

Diretoria do Atlético não para e ainda busca um centroavante no mercado

Por Redação, 02/07/2020 às 19:58
atualizado em: 03/07/2020 às 11:53

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Foto: Thiago Ferraz
Thiago Ferraz

RESUMO

  • Em levantamento realizado pelo repórter da Itatiaia, Claudio Rezende, o Galo gastou cerca de R$ 80 milhões em contratações desde meados de março
  • No entanto, não significa que o Atlético irá desembolsar todo este valor neste ano
  • Em algumas contratações, clube dividiu o pagamento em várias parcelas
  • O Galo ainda busca no mercado um centroavante
  • Mais de R$ 40 milhões já tinham sido investidos no início do ano


O Atlético é, de longe, o clube brasileiro que mais investiu em reforços durante a pandemia do novo coronavírus, justamente em um momento de dificuldades financeiras em todo o mundo. Em levantamento realizado pelo repórter da Itatiaia, Claudio Rezende, o Galo gastou cerca de R$ 80 milhões em contratações para atender aos pedidos do técnico Jorge Sampaoli desde que o futebol foi paralisado, em meados de março. Vale ressaltar que os valores não são oficiais, mas apurados nos bastidores, já que a diretoria alvinegra não divulga os números das transações.

E não vai parar por aí. O Galo ainda busca no mercado um centroavante. Sampaoli também solicitou a vinda de um goleiro que saiba jogar com os pés. No entanto, como já conta com Rafael e Victor, o clube só investiria em um camisa 1 em uma oportunidade de mercado.

No entanto, não significa que o Atlético irá desembolsar os cerca de R$ 80 milhões neste ano, pois em algumas contratações o clube dividiu o pagamento em várias parcelas.

Mas como o clube, que esperava investir R$ 20 milhões em reforços em 2020, de acordo com o orçamento aprovado no fim do ano passado pelo Conselho Deliberativo, conseguiu quadruplicar os gastos em apenas quatro meses? Há uma explicação: a diretoria alvinegra contou com a ajuda financeira de Rubens Menin, dono da MRV, na maior parte das contratações.

Dos jogadores comprados pelo clube durante a pandemia, apenas o investimento no atacante Keno não teve a participação das empresas e foi bancado integralmente pelo Atlético, segundo confirmou o presidente Sérgio Sette Câmara. Para ajudar a levantar os cerca de R$ 11,8 milhões, o clube fechou patrocínio com a Intralot.

O restante das contratações foi pago por Rubens Menin. De acordo com o empresário e o presidente Sérgio Sette Câmara, os valores serão devolvidos pelo clube sem a cobrança de juros e somente em caso de venda dos jogadores. São eles: o zagueiro Junior Alonso, os volantes Léo Sena e Alan Franco e o atacante Marrony. O mesmo vale para o meio-campista Nathan, que estava emprestado pelo Chelsea há dois anos e foi adquirido em definitivo nessa quarta-feira (1º).

Mais de R$ 40 milhões já tinham sido investidos no início do ano

Antes da chegada do técnico Jorge Sampaoli, o Atlético já tinha investido mais de R$ 40 milhões no começo da temporada para reforçar o time de Rafael Dudamel.

Entre janeiro e fevereiro, o clube alvinegro trouxe o lateral-direito Maílton, o lateral-esquerdo Guilherme Arana (empréstimo, mas que será adquirido em definitivo posteriormente), o volante Allan e os atacantes Savarino e Dylan Borrero.

A maioria das contratações também contou com o investimento de Rubens Menin.

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